Da saúde odontológica:

Em  pleno  século  XXI  com a globalização  e avanços tecnológicos nas  mais diversas  áreas,  a  maior  parte  da  população  brasileira  ainda  não  recebe qualquer tipo de tratamento odontológico. Essa situação pode ser evidenciada na parcela menos favorecida da população que tem de enfrentar as  mais  diversas limitações como a pouca disponibilidade de consultórios dentários, grande dificuldade em agendar consultas, custo de locomoção até os consultórios públicos para o tratamento. Com isso, criou-se uma verdadeira epidemia da “extração dentária” , que muitas vezes não é feita em condições adequadas de pessoal, equipamento e higiene. Deste universo da população, observa-se ainda que as crianças são as mais atingidas pela falta de atendimento odontológico. Segundo relatórios da OMS (Organização Mundial de Saúde), de 60% a 90%  das crianças em idade escolar, no mundo, têm a doença cárie. Além disso, dor de dente é a razão número um para o absentismo nas escolas. Para piorar a inda ma is o quadro, a falta de atendimento odontológico à população acarreta obrigatoriamente em um aumento do número de atendimentos nos ambulatórios, devido à distúrbios digestivos, circulatórios, respiratórios, doenças de fígado e dentre outros tipos de complicações causadas pela alimentação e manutenção bucal inadequadas. Fechando assim, um trágico ciclo de doenças e distúrbios que afetam diretamente os indicadores socioeconômicos nacionais.

 

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